Lusosem inovadora e dinâmica na Agroglobal

A Lusosem participou na 5ª edição da Agroglobal, de 7 a 9 de Setembro, em Valada do Ribatejo, onde recebeu grande número de visitantes no seu stand e campos de demonstração de milho e arroz. Importantes momentos de partilha que reforçaram os laços de amizade com fornecedores, distribuidores e diversos intervenientes do sector.

 

Lusosem na Agroglobal

 

A Lusosem acreditou na Agroglobal desde o primeiro momento e associou-se à então “Feira do Milho” em 2009, ano da sua 1ª edição. Apesar da conjuntura difícil, a Agroglobal consolidou-se como referência ao nível dos eventos profissionais agrícolas de âmbito nacional e constitui uma prova da vitalidade do setor. A feira tem crescido e reforçado o seu sucesso com maior número de expositores, maior número de visitantes e maior interatividade.

 Este ano, a Lusosem pretendia e conseguiu reforçar a sua participação na feira não só no número de visitantes no stand e campos demonstrativos, como na interação e forma dinâmica com que a empresa se apresentou e às suas atividades. «O nosso stand esteve sempre muito animado, como se pode constatar, não só devido à motivação da equipa Lusosem como dos nossos fornecedores presentes - Martin Dekker da Barenbrug, Laurent Martinez da De Sangosse e Família Murtas da Almo - e também da nossa Distribuição e seus clientes cuja participação e presença foram fundamentais para o êxito destes dias», afirma Filipa Setas, responsável de Marketing e Desenvolvimento da Lusosem. 

 

Agroglobal: O palco da inovação na agricultura


A Agroglobal foi um palco privilegiado para apresentar novas soluções e tecnologias que podem promover a valorização da produção nacional. Exemplo de algumas soluções apresentadas pela Lusosem são o N-Lock, um estabilizador de azoto que atua inibindo temporariamente o processo de nitrificação, permitindo que a cultura possa ter uma melhor utilização do azoto aplicado e menores perdas para o ambiente. Em pleno lançamento, o Metarex Inov, um isco excecional no controlo de caracóis e lesmas, homologado para mais de 60 culturas. Ao nível da nutrição vegetal, o Ino Activ, um ativador radicular de última geração.

Nas Sementes Certificadas destacamos as novas variedades de Milho LG 30.600 e LG 30.500 de dupla aptidão e o Girassol 54.52 Alto Oleico da Gama LG – Limagrain, variedades presentes nos campos demonstrativos da Agroglobal. No arroz, o Teti, uma nova variedade de “carolino” que traz um valor acrescentado à fileira. Relativamente às forragens foi possível observar a prestação do Protaplus e apresentar uma nova mistura a Provica Plus, ambas de origem Barenbrug. 

No stand também esteve em destaque o + Lupinus, um projeto de cooperação para a Inovação, que visa obter variedades de tremoço (Lupinus albus) adaptadas, resistentes e de valor acrescentado para produção a nível nacional. 

 

Conferência Vida Rural: “Os desafios para as grandes culturas”


No âmbito da participação na Agroglobal 2016, a Lusosem patrocinou e participou na Conferência Vida Rural “Os desafios para as grandes culturas”.

António Sevinate Pinto, administrador da Lusosem, foi um dos oradores das Conferências Vida Rural sobre “Os desafios para as grandes culturas”, no dia 7 de Setembro. O debate realizou-se no Auditório Armando Sevinate Pinto, batizado com o nome do ex-ministro da Agricultura, numa justa homenagem ao seu contributo de toda uma carreira profissional dedicada ao setor.

Na qualidade de presidente da ANSEME-Associação Nacional dos Produtores e Comerciantes de Sementes, António Sevinate Pinto, abordou a importância da utilização de semente certificada e apelou a que toda a cadeia de valor invista na sua utilização: «os agricultores estão cada vez mais preocupados com a qualidade e tem havido grande aproximação à indústria, mas o caminho não está feito, ainda há muito a fazer”. No caso do trigo citou o trabalho que a Associação Nacional de produtores de Cereais (ANPOC) tem estado a fazer em conjunto com a indústria para a determinação anual da Lista de Variedades Recomendadas (LVR), “porque, de facto, a solução é criar valor em conjunto, como prova o bom exemplo do trabalho feito desde há uma dúzia de anos pela Maltibérica na cevada dística, em que a produção entrou na cadeia de valor”, aqui, “a indústria interessou-se e retribui os esforços da produção, uma vez que o preço pago tem uma parte em função dos custos de produção e outra indexada à bolsa, pelo que o agricultor sabe com o que pode contar», disse.

Numa menção à necessidade de Portugal aumentar o grau de autoaprovisionamento de cereais,  António Sevinate Pinto lembrou que «de acordo com os dados oficiais, o consumo per capita de cereais em Portugal é de 128,5 kg e, deste valor, apenas produzimos 35 kg e importamos o restante». Questionando: «não conseguiremos produzir mais 20 ou 30 kg? Penso que é perfeitamente possível».

O painel de debate contou com quatro outros oradores: Nuno Canada, presidente do INIAV, João Banza, agricultor da Sociedade Agrícola Agro Vale Longo, Sofia Tavares da EDP Comercial e José Diogo Albuquerque, ex-secretário de Estado da Agricultura.

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