Migdalo ANUNCIA A CRIAÇÃO DE CLUBE DE PRODUTORES DE AMÊNDOA

Finda a primeira campanha de laboração de amêndoa, a família Sevinate Pinto apresentou publicamente a Migdalo, uma nova empresa em Ferreira do Alentejo que aposta na valorização da amêndoa nacional, através de serviços integrados, desde a plantação, à transformação e venda do produto descascado.

 

Cultura da Amêndoa no Alentejo

 

A Migdalo cumpre o sonho idealizado por Armando Sevinate Pinto de impulsionar a cultura da amêndoa no Alentejo, criando valor para os agricultores e para a região. Tudo começou em 2013 com a plantação de um amendoal de 20 hectares, em Canhestros, a que se somaram novos pomares plantados por filhos e sobrinhos do ex-ministro da Agricultura e, posteriormente, a constituição da empresa Migdalo. Em Fevereiro de 2016 inicia-se a construção da unidade de despela e descasque de amêndoa, erguida em tempo recorde e inaugurada em Agosto passado no polo industrial de Ferreira do Alentejo.

António Sevinate Pinto recordou a génese do projeto Migdalo na cerimónia de apresentação pública da empresa, a 10 de Janeiro, onde estiveram presentes representantes do Ministério da Agricultura e da Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo, além de parceiros de negócio e amigos da família. «A amêndoa é uma cultura rentável, com muito potencial nesta região. Estamos muito entusiasmados com este projeto e quero dizer aos agricultores que podem contar com a Migdalo para transformar e valorizar a  amêndoa, nós contamos convosco», afirmou António Sevinate Pinto.

Na componente da produção, a Migdalo presta serviços de apoio à instalação de amendoais e gestão técnica da cultura e anunciou a criação de um Clube de Produtores de Amêndoa. «Queremos construir uma relação de confiança com os produtores aderentes do Clube Migdalo, com vantagens na contratação de prestadores de serviços e seguros de colheita e na compra de fatores de produção», explicou Miguel Matos Chaves, diretor-geral da empresa.

A aquisição e transferência de know-how sobre a cultura da amêndoa em regime intensivo de regadio e a experimentação de variedades adequadas às condições edafoclimáticas portuguesas são prioridades para a Migdalo. «Sentimos a responsabilidade de trazer esse conhecimento para os produtores que queiram aderir ao projeto. Em Dezembro estivemos na Conferência anual do Almond Board, na Califórnia, EUA, e onde realizámos contatos com consultores norte-americanos especializados na cultura da amêndoa para dar formação aos nossos agricultores», acrescentou Miguel Matos Chaves.

 

O objectivo passa por atingir 250 a 300 hectares de amendoal até ao final do ano

A área de produção do “universo” Migdalo deverá atingir os 250 a 300 hectares de amendoal até final de 2017, entre produção dos sócios e de agricultores aderentes.

 

A Migdalo detém as ferramentas mais modernas e inovadoras do mercado agrícola

A fábrica de 1ª transformação da Migdalo é uma das mais modernas da Europa. Na campanha 2016-2017 laborou durante 40 dias, uma espécie de ano zero que serviu para testar as máquinas e afinar processos. A linha de descasque tem capacidade para laborar 2.500 toneladas de amêndoa com casca, durante 8 a 10 meses por ano. Numa segunda fase, poderão ser acrescentadas linhas de despela e descasque, perfazendo uma capacidade total de até 7.500 toneladas/ano.

 

Diferenciar-se pela qualidade da amêndoa, do processo e do embalamento

A Migdalo quer diferenciar a produção pela qualidade, laborando a amêndoa por lotes, variedades e calibres separados, assegurando a rastreabilidade da amêndoa desde o campo até ao embalamento. O seu objetivo é comprar amêndoa com casca em mercados de proximidade e vender miolo de amêndoa inteiro por grosso em Portugal e no estrangeiro. No passado Outono a empresa fez uma primeira apresentação da marca no SIAL, salão da Alimentação, em Paris. «Acreditamos que com diferenciação vamos conseguir valorizar um produto que é uma commodity», remata o diretor-geral da Migdalo.

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