«Nos próximos anos lançaremos novos herbicidas com eficácia redobrada»

A Dow AgroSciences espera lançar um conjunto de novas soluções no mercado português nos próximos anos, com destaque para o novo herbicida Rinskor, que promete solucionar boa parte dos problemas atuais de infestantes na cultura do arroz. José António Rodriguez, Marketing Specialist da DOW AgroSciences, revela as novidades.

 

Entrevista a José António Rodriguez, Marketing Specialist da DOW AgroSciences

 

Qual é a sua perspetiva da evolução do negócio da Dow AgroSciences em Portugal nos próximos anos? Quais os segmentos de mercado com maior potencial de crescimento?

Em minha opinião o portfólio e o negócio da Dow AgroSciences evoluiu imenso nos últimos anos e o futuro será também de grande evolução. Temos um pipeline muito forte com produtos para proteção da cultura do arroz – fungicidas, nematodicidas, herbicidas -, o que nos permitirá ser uma referência de mercado nesses segmentos.

As soluções para a cultura do arroz estão entre as mais promissoras e têm grande potencial de crescimento. Nos próximos anos lançaremos novos herbicidas com eficácia redobrada no controlo das principais infestantes do arroz, que ajudarão a gerir os problemas de resistências.

 

O tema da gestão de resistências a herbicidas na cultura do arroz é crucial. Que novos produtos tem Dow AgroSciences no seu pipe line?

A nossa principal novidade é o Rinskor, que além de ser eficaz no controlo das principais infestantes da cultura do arroz, distingue-se pela sua eficácia em infestantes resistentes aos herbicidas que estão atualmente no mercado. O Rinskor trará um modo de ação alternativo ao das substâncias ativas utilizadas na atualidade e, por isso, vai solucionar boa parte dos problemas atuais de infestantes em arroz. Além disso, tem um largo espectro de ação, atuando em várias fases do ciclo de desenvolvimento do arroz e controlando diversos tipos de infestantes.

 

O que mais valoriza na Lusosem enquanto parceiro de negócio?

O profissionalismo de toda a equipa e a procura constante de novas oportunidades de negócio em sintonia com a Dow AgroSciences. É um exemplo de colaboração permanente e de trabalho em equipa, tanto no que respeita aos elementos da equipa Lusosem entre si, como na relação com a Dow AgroSciences.

 

Apesar da difícil conjuntura de retirada de substâncias ativas do mercado na UE, por restrições ambientais e de segurança alimentar, a Dow AgroSciences continua a inovar. Que novidades apresentará ao mercado português nos próximos anos?

Atualmente o universo dos produtos fitossanitários está muito regulamentado e é cada vez mais exigente. É neste contexto que a Dow AgroSciences continua a investir em inovação, com produtos que cumprem todos os requisitos exigidos pela legislação, tanto do ponto de vista do consumidor, como do meio ambiente.

Nos próximos anos, a Dow AgroSciences apresentará diversos inseticidas para um vasto conjunto de culturas (vinha, hortícolas, fruteiras), herbicidas para cereais, herbicidas para vinha e arroz, fungicidas para vinha, hortícolas e fruteiras, nematodicidas... enfim um amplo portfólio de soluções para as principais culturas agrícolas de Portugal.

 

O mercado dos nematodicidas é um dos principais mercados de fitofármacos, estimando-se que domine a indústria de proteção das plantas até 2020, com um valor global de mercado estimado em 1,34 mil milhões de dólares. Face às restrições da legislação, como evoluirá a UE em inovação e lançamento de novos produtos?

A agricultura intensifica-se a cada dia e, inevitavelmente, os problemas de nemátodos agravam-se. Os agricultores precisam de soluções para produzir as culturas agrícolas de forma mais eficiente e com boa produtividade, para que o seu negócio seja rentável e competitivo. Atualmente na UE há poucas alternativas e a prova disso é que constantemente se recorre à figura das “Autorizações de Emergência” para nematodicidas com eficácia já comprovada, como é o caso do Telone. A Dow AgroSciences fez um enorme investimento de I&D para que os seus nematodicidas cumpram todos os requisitos legais exigidos na UE, esperamos poder relançar nos próximos anos o nosso nematodicida Telone com todas as garantias como solução verdadeiramente eficaz contra nemátodos. A Dow AgroSciences apresentou o novo Anexo I deste produto em 2015 e esperamos que esteja no mercado entre 2019 e 2020.

 

Como se posiciona a Dow AgroSciences face às soluções de controlo biológico? É, em sua opinião, um mercado de futuro?

Nos últimos anos o controlo biológico evoluiu imenso, muitas vezes combinado com produtos fitofarmacêuticos convencionais. A Dow AgroSciences está atenta e a trabalhar em diversas frentes neste sentido. O biocontrolo terá sem dúvida futuro e a chave do seu êxito reside na forma como soubermos geri-lo e integrá-lo adequadamente (com outras soluções) para obter os melhores resultados.

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