Zorvec Vinabria

Fungicida sistémico indicado para o controlo do míldio da videira

Autorização de venda nº 1397 concedida pela DGAV 
Lote n. 0 e Data de produção: ver embalagem

Utilize os produtos fitofarmacêuticos de forma segura. Leia sempre o rótulo e a informação relativa ao produto antes de a utilizar.

Suspensão Concentrada (SC) com 500 g/L ou 40 % (p/p) de folpete e 10 g/L ou 0.84 % (p/p) de Oxatiapiprolina. 

Contém 1.2-benzisotiazolin-3-ona. 

Este produto destina-se ao uso profissional 
Para evitar riscos para a saúde humana e para o ambiente, respeitar as instruções de utilização 
Manter fora do alcance oas crianças

ZORVEC™ VINABRIA® é um fungicida sistémico indicado para o controlo do míldio da videira. 

Características Biológicas

Classificação do modo de ação da substância ativa conforme FRAC 

GRUPO 49+Mo4 Fungicida

ZORVEC VINABRIA é um fungicida sistémico e de superfície indicado para o controlo do míldio da videira. ZORVEC VINABRIA é composto pela nova substância ativa oxatiapiprolina com ação sistémica e translaminar e pela substância ativa folpete com ação de superfície. A oxatiapiprolina actua por inibição da proteína de ligação ao oxisterol (0S8P) nas células dos fungos. Este modo de ação é novo e encontra-se identificado pelo FRAC (Fungicide Resistance Action Committee) como F-49.

A substância ativa apresenta atividade translaminar, o que confere uma proteção uniforme aos tratamentos realizados com ZORVEC VINABRIA. Adicionalmente a mobilidade da substância ativa através do xilema permite uma proteção adequada das folhas que não se encontrem totalmente expandidas na altura da aplicação bem como os novas crescimentos. 

O folpete é uma substância ativa com amplo espectro de ação estando classificado pelo FRAG no grupo M. Esta substância ativa apresenta atividade de superfície impedindo o estabelecimento do patogéneo através da inibição da germinação dos esporos. 

Tratar preventivamente de acordo com o Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua ausência tratar no estado 7-8 folhas ou ao aparecimento dos primeiros focos de míldio na região.

O intervalo entre aplicações deverá ser de 10-14 dias. O intervalo mais curto deverá ser usado em condições de elevada pressão da doença. Realizar no máximo 2 tratamentos até ao estado fenológico do vingamento (BBCH 13-71).

Condições de utilização e restrições, respeitantes a todas as finalidades

  • Não aplicar se a cultura apresentar sinais evidentes de stress.
     
  • ZORVEC VINABRIA é resistente à lavagem decorrido um período mínimo de 20 minutos após a secagem da calda.

Precauções Biológicas

A oxatiapiprolina é uma substância activa com um modo de acção específico (OSBP) cujo risco de desenvolvimento de resistência é caracterizado como médio a alto pelo FRAC. Sabe-se que a oxatiapiprolina não apresenta risco de resistência cruzada com outros modos de acção usados atualmente no controlo de Oomicetas, nomeadamente: amidas do ácido carboxílico (CAAs), fenilamidas, cimoxanil e estrobilurinas (Qols).

O folpete é um fungicida de largo espectro cujo modo de acção se caracteriza pela inibição da divisão celular em numerosos patogéneos incluindo os Oomicetas. É considerado um fungicida de baixo risco de desenvolvimento de resistência. Numa estratégia de mitigação do risco de desenvolvimento de resistências deverá ser observado o seguinte:

  • O ZORVEC VINABRIA deverá ser inserido numa estratégia integrada que vise o controlo do míldio da videira. Quando esta estratégia integre o recuso à luta quimica deverá ser observada a alternância de fungicidas dotados de diferente modo de acção.
     
  • Não utilizar ZORVEC VINABRIA em viveiro na produção de transplantes.
     
  • O número máximo de tratamentos preconizados para a cultura da videira deverá ser de dois, tal como indicado no Quadro "Doses e Concentrações e Condições de Aplicação". O número indicado refere-se ao total de aplicações com ZORVEC VINABRIA ou qualquer outro com idêntico modo de acção (Grupo F- 49 do FRAC).

Modo de preparação da calda

Na preparação da calda deitar metade do volume de água adequado para a pulverização prevista. Agitar bem o produto na embalagem, até ficar homogéneo.

Juntar a quantidade de produto necessária e completar o volume de água pretendido, assegurando agitação continua.

Modo de aplicação

Calibrar correctamente o equipamento, calculando o volume de calda gasto por ha, de acordo com o débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho, com especial cuidado na uniformidade da distribuição da calda.

A quantidade de produto e o volume de calda deve ser adequado à área de aplicação, respeitando as doses indicadas.

Volume de calda a utilizar: 300-1000 L/ha.

Limpeza do equipamento de pulverização:

Para uma correcta manutenção do material de aplicação e evitar possíveis contaminações, proceder:

  1. Esvaziar completa e imediatamente o depósito após a aplicação. Com água limpa remover os resíduos existentes na parte exterior do pulverizador.
     
  2. Encher o depósito com água limpa, até um terço da sua capacidade e colocar a bomba do pulverizador em funcionamento de modo a esvaziar a água pela tubagem e bicos.
     
  3. Retirar os bicos e os filtros e limpá-los separadamente.
     
  4. Repetir a lavagem de todo o circuito do pulverizador: com água limpa, verificando o seu correcto funcionamento

A limpeza do equipamento não deve ser efectuada em recintos fechados, na proximidade de poços, cursos de água, árvores ou terrenos cultivados, devendo ser usado o adequado equipamento de protecção individual.

ADVERTÊNCIA: As recomendações e informação que disponibilizamos são fruto de amplos e rigorosos estudos e ensaios. No entanto, na utilização podem intervir numerosos factores que estão fora do nosso domínio (preparação de misturas, aplicação, condições climáticas, resistências, etc.). A empresa garante a composição, formulação e teor. O utilizador será responsável pelos danos causados (falta de eficácia, toxicidade em geral, resíduos, etc.) por inobservância total ou parcial das instruções do rótulo.

Precauções toxicológicas, ecotoxicológicas e ambientais

  • H317 Pode provocar uma reação alérgica cutânea.
  • H332 Nocivo por inalação.
  • H351 Suspeito de provocar cancro.
  • H410 Muito tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.
  • P201 Pedir instruções específicas antes da utilização.
  • P202 Não manuseie o produto antes de ter lido e percebido todas as precauções de segurança.
  • P261 Evitar respirar a nuvem de pulverização.
  • P270 Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto.
  • P271 Utilizar apenas ao ar livre ou em locais bem ventilados.
  • P280 Usar luvas de proteção, vestuário de proteção e proteção facial.
  • P308+P313 EM CASO DE exposição ou suspeita de exposição: consulte um médico.
  • P333+P313 Em caso de irritação ou erupção cutânea: consulte um médico.
  • P362+P364 Retirar a roupa contaminada e lavá-la antes de a voltar a usar.
  • P391 Recolher o produto derramado.
  • P405 Armazenar em local fechado à chave.
  • P501a Eliminar o conteúdo e a embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos.
  • EUH210: Ficha de Segurança fornecida a pedido.
  • SP1: Não poluir a água com este produto ou com a sua embalagem.
  • Spe3 Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 20 metros em relação às águas de superfície.
  • SPoPT2 Na entrada dos trabalhadores as zonas tratadas, estes deverão usar luvas, camisa de mangas compridas, calças, meias e botas.
  • SPoPT4 aplicador deverá usar luvas, vestuário de proteção e proteção facial durante a preparação da calda e aplicação do produto.
  • SPoPT5 Impedir o acesso de trabalhadores e pessoas estranhas ao tratamento às zonas tratadas até à secagem do pulverizado.
  • SPoPT6 Após o tratamento lavar bem o material de proteção, tendo o cuidado especial em lavar as luvas por dentro.

Em caso de intoxicação contactar o Centro de Informação Anti Venenos, Telef: 800 250 250.

Manter em local fresco, seco, ventilado e protegido dos raios solares.

UFI: 6ETA-TODG-H00R-GRC6

A embalagem vazia deverá ser lavada três vezes, fechada, inutilizada e colocada em sacos de recolha, devendo estes ser entregues num centro de recepção Valorfito; as águas de lavagem deverão ser usadas na preparação da calda.

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