SPINTOR

Insecticida de origem natural

Composição e formulação: spinosade 
Nº de Autoriz. Venda: 0288

Utilize os produtos fitofarmacêuticos de forma segura. Leia sempre o rótulo e a informação relativa ao produto antes de a utilizar.

  • Eficácia natural
  • Máximo controlo da traça dos cachos, de lagartas do tomate e do bichado da fruta, entre outros
  • Total selectividade para as culturas homologadas
  • Baixa toxicidade para utilizadores e perfil ambiental muito favorável
  • Recomendado para programas de Protecção Integrada

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Composição e Formulação

Suspensão Concentrada (SC) com 480 g/L ou 44% (p/p) de spinosade

Embalagens: 500 mL 

Modo de Ação

SPINTOR é um insecticida obtido de forma natural, por fermentação de um organismo do solo, a bactéria Saccharopolyspora spinosa. Contém a substância activa spinosade, pertencente à família química spinosina. É um insecticida de contacto e ingestão, que actua no sistema nervoso dos insectos, como activador do receptor nicotínico da acetilcolina.

  • Número máximo de Aplicações por campanha: Em qualquer caso, o número máximo de aplicações de SPINTOR por campanha, para qualquer cultura, é de 3.
     
  • Modo de Preparação da Calda: Na preparação da calda deitar metade do volume de água adequado para a pulverização prevista. Agitar bem o produto na embalagem, até ficar homogéneo. Juntar a quantidade de produto necessário e completar o volume de água pretendido, assegurando agitação contínua.
     
  • Modo de Aplicação: Calibrar correctamente o equipamento, calculando o volume de calda gasto por ha, de acordo com o débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho (distância entrelinhas no caso das culturas arbustivas e arbóreas), com especial cuidado na uniformidade da distribuição da calda.  Nas fases iniciais de desenvolvimento das culturas aplicar a calda com a concentração indicada. Em pleno desenvolvimento vegetativo, adicionar a quantidade de produto proporcionalmente ao volume de água distribuído por ha, pelo pulverizador, de forma a respeitar a dose.
Principais Culturas Pragas Concentração / Dose Nº de tratamentos Condições de aplicação
Videira
Uvas para vinificação e uva de mesa
Traça dos cachos (Lobesia botrana) 10-12,5 mL /hL
100-125 mL /ha
2 Os tratamentos devem ser feitos na altura da eclosão dos ovos ou ao aparecimento das primeiras larvas ou da verificação dos primeiros sinais de ataque da praga, repetindo, se necessário, 7 a 14 dias após o primeiro tratamento. Em regra, para a primeira geração um tratamento poderá ser suficiente. Informações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas ou das capturas efectuadas na vinha em armadilhas com feromona permitirão definir a oportunidade dos tratamentos.
Videira Uvas para vinificação Áltica (Altica lythri)
Piral (Sparganothis pilleriana)
Tripes (Thrips sp)
20-25 mL /hL
(max. 0,1 – 0,15 L/ha por aplicação)
3 Tratar ao início da infestação, repetindo, se necessário, com intervalos de 7 a 14 dias.
Volume da calda: 200-500 L/ha
Videira Uva de mesa Tripes (Thrips sp) 20-25 mL /hL
(max. 0,2 L/ha por aplicação)
2 Tratar ao início da infestação, repetindo, se necessário, com intervalos de 7 a 14 dias.
Volume da calda: 200-500 L/ha
Tomateiro (ar livre e estufa) Lagartas (Helicoverpa armígera, Chrysodeixis chalcitos e Spodoptera sp.)
Traça do tomateiro (Tuta absoluta)
Tripes (Frankliniella occidentalis)
20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
3 Tratar ao aparecimento da praga, repetindo, se necessário, com intervalos de 7 a 14 dias.
Macieira e Pereira Bichado da fruta (Cydia pomonella) 20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
1 Aplicar o produto ao início de cada geração (eclosão dos ovos) repetindo, se necessário, a intervalos de 14 dias.
Seguir as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas ou as capturas em armadilhas com feromonas, como métodos indicados para um adequado controlo do bichado da fruta.
Volume de calda: 1000 L/ha.
Pessegueiro Anársia (Anarsia lineatella)
Traça oriental do pessegueiro (Cydia molesta)
20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
2 Aplicar o produto ao início de cada geração (eclosão dos ovos) repetindo, se necessário, a intervalos de 14 dias.
Seguir as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas ou as capturas em armadilhas com feromonas, como métodos indicados para um adequado controlo das pragas.
Pessegueiro Tripes (Thrips tabaci, Frankliniella occidentalis) 20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
2 Aplicar o produto ao início da infestação, repetindo, se necessário, 7-14 dias depois, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Volume de calda: 1000 L/ha.
Batateira Escaravelho da batateira (Leptinotarsa decemlineata) 50-75 mL/ha 3 Aplicar o produto no início do ataque, repetindo se necessário a intervalos de 14 dias, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Morangueiro
(ar livre e estufa)
Tripes (Frankliniella occidentalis) 200 mL/ha 3 Aplicar o produto no início da maturação dos frutos, repetindo se necessário a intervalos de 7 dias.
Lagartas (Agrotis ípsilon, Spodoptera exígua, Spodoptera littoralis) 20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
3 Aplicar o produto no início do ataque, repetindo se necessário a intervalos de 7-14 dias, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Em estufa aplicar com lança ou pistola de pulverização.
Pimenteiro
(ar livre e estufa)
Lagartas (Helicoverpa armígera)
Tripes (Frankliniella occidentalis)
 
20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
3 Aplicar o produto ao início da infestação, repetindo, se necessário, a intervalos de 7-14 dias, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Damasqueiro Traça oriental do pessegueiro (Cydia molesta)
Tripes (Thrips tabaci)
20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
2 Aplicar o produto ao início da infestação, repetindo se necessário 7-14 dias depois, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Alcachofra
(ar livre)
Lagartas (Agonopterix subpropinquella) 20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
3 Aplicar o produto ao início da infestação, repetindo, se necessário, a intervalos de 7-14 dias, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Algodoeiro
(ar livre)
Lagartas (Earias insulana, Helicoverpa armígera) 100-150 mL/ha 3 Aplicar o produto ao início da infestação, repetindo se necessário a intervalos de 7-14 dias, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Beringela
(ar livre e estufa)
Tripes (Frankliniella occidentalis) 20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
3 Aplicar o produto ao início da infestação, repetindo se necessário a intervalos de 7-14 dias, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Agrião de água
(ar livre)
Lagartas (Helicoverpa armígera, Spodoptera littoralis, Agrotis ípsilon, Agrotis segetum, Autographa gamma, Pieris brassicae, Pieris rapae)
Tripes (Thrips sp)
20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
3 Aplicar o produto ao início da infestação, repetindo se necessário a intervalos de 7-14 dias, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Couve-brócolo
(ar livre)
Lagartas (Pieris sp., Agrotis ípsilon, Agrotis segetum, Mamestra brassicae, Helicoverpa armígera, Spodoptera littoralis) 20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
3 Aplicar o produto ao início da infestação, repetindo se necessário a intervalos de 7-14 dias, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Courgette
(ar livre e estufa)
Lagartas (Autographa gamma, Helicoverpa armígera, Spodoptera littoralis)
Tripes (Frankliniella occidentalis)
20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
3 Aplicar o produto ao início da infestação, repetindo se necessário a intervalos de 7-14 dias, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Chicória
(ar livre)
Lagartas (Helicoverpa armígera, Spodoptera sp.)
Tripes (Thrips sp)
20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
3 Aplicar o produto ao início da infestação, repetindo se necessário a intervalos de 7-14 dias, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Feijão-verde
(ar livre e estufa)
Lagartas (Etiella zinckenella)
Tripes (Aeolothrips intermedius, Frankliniella occidentalis, Thrips fuscipennis, Thrips nigropilosus, Thrips tabaci)
20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
3 Aplicar o produto ao início da infestação, repetindo se necessário a intervalos de 7-14 dias, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Alface
(ar livre)
Lagartas (Autographa gamma, Agrotis ípsilon, Agrotis segetum, Helicoverpa armígera, Spodoptera littoralis, Chrysodeixis calcites)
Tripes (Thrips sp)
20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
3 Aplicar o produto ao início da infestação, repetindo se necessário a intervalos de 7-14 dias, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Milho doce Lagartas (Helicoverpa armígera)
Brocas (Ostrinia nubilalis, Sesamia cretica, Sesamia nonagrioides)
100-150 mL/ha 2 Aplicar por pivot.
Aplicar o produto ao início da infestação, repetindo se necessário a intervalos de 7-14 dias, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Meloeiro
(ar livre e estufa)
Tripes (Thrips tabaci, Frankliniella occidentalis) 20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
3 Aplicar o produto ao início da infestação, repetindo se necessário a intervalos de 7-14 dias, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Pepino
(ar livre e estufa)
Tripes (Frankliniella occidentalis, Haplothrips setiger) 20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
3 Aplicar o produto ao início da infestação, repetindo se necessário a intervalos de 7-14 dias, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Bananeira Lagartas (Spodoptera exígua)
Tripes (Frankliniella occidentalis, Thrips sp)
20-25 mL /hL
max 300 mL /ha
1 Aplicar o produto no início da infestação, e seguindo seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.
Traça-do-cacho (Opogona sacchari) Aplicar o produto ao início da eclosão dos ovos
Melancia
(ar livre e estufa)
Lagartas (Autographa gamma, Helicoverpa armígera, Spodoptera exígua, Spodoptera littoralis) 20-25 mL /hL
200-250 mL /ha
3 Aplicar o produto no início da infestação, repetindo se necessário a intervalos de 7-14 dias, e seguindo as indicações do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas.

Precauções toxicológicas, ecotoxicológicas e ambientais

  • H411 Tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.
     
  • P261 Evitar respirar a nuvem de pulverização.
     
  • P262 Não pode entrar em contacto com os olhos, a pele ou a roupa.
     
  • P270 Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto.
     
  • P391 Recolher o produto derramado.
     
  • P501 Eliminar o conteúdo / embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos.
     
  • EUH208 Contém 1,2-benzisotiazol-3(2H)-ona. Pode provocar uma reação alérgica.
     
  • EUH210 Ficha de segurança fornecida a pedido.
     
  • SP1 Não poluir a água com este produto ou com a sua embalagem.
     
  • SPe3: Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada em relação às águas de superfície, de 5 metros em batateira, tomateiro, abóbora, morangueiro e mirtilos, 10 metros em vinha e de 30 metros em macieira, pereira e pessegueiro.
     
  • SPe3 Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada em relação às águas de superfície, de 5 metros para os seguintes usos menores: aipo (caule), acelga, agrião (=mastruço, agrião-mouro), agrião-de-sequeiro (=agrião-rinchão), agrião-de-água, alecrim (=rosmaninho), alface, alface-de-cordeiro (=canónigos), alho-porro (=alho-francês), amora-silvestre, aneto (=endro), bananeira, beringela, cerejeira, couve-brócolo baby-leaf, couve-chinesa (Pak Choi) baby-leaf, couve-coração baby-leaf, couve-de-Bruxelas baby leaf, couve-flor baby-leaf, couve-galega baby-leaf, couve-roxa baby-leaf, couve de Pequim, couve-portuguesa (inclui couve tronchuda, couve-penca), couve-flor, couve-repolho baby-leaf, couve-brócolo baby-leaf, feijoeiro, feno-grego (=fenacho), framboesa, funcho, hortelã, kombucha baby-leaf, manjericão, meloeiro, mirtilo-azul (=arando-azul), mirtilo (=arando), mizuna baby-leaf, mostarda castanha baby-leaf, nabo, pepino, rúcula baby-leaf, rúcula-selvagem baby-leaf, salsicórnia, salsa, salva, tatsoi baby-leaf, tomilho e ornamentais (folhas e flores).
     
  • SPe3 Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada em relação às águas de superfície, de 5 metros ou em alternativa, utilizar bicos antideriva que garantam, pelo menos 50% de redução no arrastamento da calda, para os seguintes usos menores: cebolinho, cerefólio, coentros, couve portuguesa, couve-brócolo, couve de Pequim, couve-flor, couve-repolho, couve-galega, couve-roxa, couve-lombarda.
     
  • SPe8 Perigoso para as abelhas. Para proteção das abelhas e de outros insetos polinizadores, não utilizar este produto durante o período de presença das abelhas nos campos.
     
  • SPo5 Arejar bem as estufas tratadas até à secagem do pulverizado antes de nelas voltar a entrar.
     
  • SPoPT2 Na entrada dos trabalhadores às zonas tratadas, estes deverão usar luvas, camisa de mangas compridas, calças, meias e botas.
     
  • SPoPT4 O aplicador deverá usar: luvas, vestuário de proteção, máscara respiratória durante a preparação da calda; luvas, vestuário de proteção adequado e botas de borracha durante a aplicação do produto.
     
  • SPoPT5 Impedir o acesso de trabalhadores e pessoas estranhas ao tratamento, às zonas tratadas até à secagem do pulverizado.
     
  • SPoPT6 Após o tratamento lavar cuidadosamente as luvas, tendo cuidado especial em lavá-las por dentro.

Intervalo de reentrada

14 dias em damasqueiro, pessegueiro, ameixeira e videira (uva para vinificação) e 10 dias videira (uva de mesa); 4 dias em bananeira, macieira e pereira; 3 dias em abóbora (abóbora-menina), abobrinha (=courgette), alcachofra, beringela, courgette, melancia, meloeiro, pepino e tomateiro; 1 dia em cerejeira e morangueiro.

Em caso de intoxicação contactar o Centro de Informação Antivenenos. Telef: 800 250 250

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