Shalimar

Superior Poder Curativo

Composição e formulação: tebuconazol, protioconazol 
Nº de Autoriz. Venda: 01726 

Utilize os produtos fitofarmacêuticos de forma segura. Leia sempre o rótulo e a informação relativa ao produto antes de a utilizar.

SHALIMAR é um fungicida sistémico indicado para o controlo da fusariose, da septoriose, da ferrugem castanha e da ferrugem amarela em trigo, da helmintosporiose e fusariose em cevada e da septoriose e fusariose em triticale.

  • Superior poder curativo
  • Elevada persistência de acção
  • Alia a acção preventiva a uma acção curativa

Utilize os produtos fitofarmacêuticos de forma segura. Leia sempre o rótulo e a informação relativa ao produto antes de a utilizar. 

Composição e Formulação

Concentrado para emulsão (EC) com 125g/L ou 12,52% (p/p) de protioconazol e 125g/L ou 12,52% (p/p) de tebuconazol

Embalagens: 5L

Modo de Ação

O SHALIMAR é um fungicida sistémico constituído por protioconazol que pertence ao grupo químico dos triazóis e por tebuconazol que é quimicamente um azol. Tem uma atividade preventiva, a que se junta uma ação curativa. As suas substâncias ativas constituintes atuam na demetilação da síntese dos esteróis (DMI). Segundo o FRAC (Fungicide Resistance Action Commitee) este fungicida pertence ao Grupo 3 em relação ao seu modo de ação.

Cultura Doenças a controlar Época ou estado fenológico para fazer a aplicação Dose L/ha
Trigo mole
Trigo duro
Septoriose do trigo
(Septoria tritici)
Fazer um tratamento preventivo antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, seguindo as indicações do Sistema de Avisos Agrícolas ou, na sua ausência, fazer uma aplicação desde o início do encanamento até à fase da espiga completamente emergida do caule (BBCH 30-59). Em anos favoráveis ao desenvolvimento da doença, fazer uma segunda aplicação 14 a 21 dias após a primeira, no máximo até à fase da espiga completamente emergida do caule (BBCH 59). 1,0
Cevada vulgar
Cevada dística
Helmintosporiose
(Pyrenophora teres) 
Fazer um tratamento preventivo antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, seguindo as indicações do Sistema de Avisos Agrícolas ou, na sua ausência, fazer uma aplicação desde o início do encanamento até à fase da espiga completamente emergida do caule (BBCH 30-59). Em anos favoráveis ao desenvolvimento da doença, fazer uma segunda aplicação 14 a 21 dias após a primeira, no máximo até à fase da espiga completamente emergida do caule (BBCH 59). 1,0
Triticale Septoriose
(Septoria sp.)
Fazer um tratamento preventivo antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, seguindo as indicações do Sistema de Avisos Agrícolas ou, na sua ausência, fazer uma aplicação desde o início do encanamento até à fase da espiga completamente emergida do caule (BBCH 30-59). Em anos favoráveis ao desenvolvimento da doença, fazer uma segunda aplicação 14 a 21 dias após a primeira, no máximo até à fase da espiga completamente emergida do caule (BBCH 59). 1,0
Trigo mole
Trigo duro
Fusariose
(Fusarium sp.)
Ferrugem castanha
(Puccinia recondita)
Ferrugem amarela
(Puccinia striiformis)
Fazer um tratamento preventivo antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, seguindo as indicações do Sistema de Avisos Agrícolas ou, na sua ausência, fazer uma aplicação desde o início do encanamento até à plena floração, ou seja, com 50% das anteras maduras (BBCH 30-65). Em anos favoráveis ao desenvolvimento da doença, fazer uma segunda aplicação 14 a 21 dias após a primeira, no máximo até à plena floração (BBCH 65). 1,0
Cevada vulgar
Cevada dística
Fusariose
(Fusarium sp.)
Fazer um tratamento preventivo antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, seguindo as indicações do Sistema de Avisos Agrícolas ou, na sua ausência, fazer uma aplicação desde o início do encanamento até à plena floração, ou seja, com 50% das anteras maduras (BBCH 30-65). Em anos favoráveis ao desenvolvimento da doença, fazer uma segunda aplicação 14 a 21 dias após a primeira, no máximo até à plena floração (BBCH 65). 1,0
Triticale Fusariose
(Fusarium sp.)
Fazer um tratamento preventivo antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, seguindo as indicações do Sistema de Avisos Agrícolas ou, na sua ausência, fazer uma aplicação desde o início do encanamento até à plena floração, ou seja, com 50% das anteras maduras (BBCH 30-65). Em anos favoráveis ao desenvolvimento da doença, fazer uma segunda aplicação 14 a 21 dias após a primeira, no máximo até à plena floração (BBCH 65). 1,0

Centro de Informação Anti-Venenos (CIAV): 800 250 250 

Precauções toxicológicas, ecotoxicológicas e ambientais





Provoca lesões oculares graves



 





Provoca lesões oculares graves



 





Suspeito de afectar o nascituro



 





Muito tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros



 





Muito tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros



 

Advertências de perigo

  • H315 – Provoca irritação cutânea.
  • H317 – Pode provocar uma reação alérgica cutânea.
  • H319 – Provoca irritação ocular grave.
  • H335 – Pode provocar irritação das vias respiratórias.
  • H361d – Suspeito de afetar o nascituro.
  • H410 – Muito tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.

Recomendações de prudência

  • P201 – Pedir instruções específicas antes da utilização.
  • P202 – Não manuseie o produto antes de ter lido e percebido todas as precauções de segurança.
  • P261 – Evitar respirar a nuvem de pulverização.
  • P264 – Lavar as mãos cuidadosamente após manuseamento.
  • P270 – Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto.
  • P271 – Utilizar apenas ao ar livre ou em locais bem ventilados.
  • P273 – Evitar a libertação para o ambiente.
  • P280 – Usar luvas de proteção, vestuário de proteção, proteção ocular e proteção facial.
  • P302+P352 – SE ENTRAR EM CONTACTO COM A PELE: Lavar abundantemente com água.
  • P305+P351+P338 – SE ENTRAR EM CONTACTO COM OS OLHOS: enxaguar cuidadosamente com água durante vários minutos. Se usar lentes de contacto, retire-as, se tal lhe for possível. Continuar a enxaguar.
  • P308+P313 – EM CASO DE exposição ou suspeita de exposição: consulte um médico.
  • P333+P313 – Em caso de irritação ou erupção cutânea: consulte um médico.
  • P337+P313 – Caso a irritação ocular persista: consulte um médico.
  • P362+P364 – Retirar a roupa contaminada e lavá-la antes de a voltar a usar.
  • P391 – Recolher o produto derramado.
  • P403+P233 – Armazenar em local bem ventilado. Manter o recipiente bem fechado.
  • P405 – Armazenar em local fechado à chave.
  • P501a – Eliminar o conteúdo e a embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos.
  • EUH210 – Ficha de segurança fornecida a pedido.
  • SP1 – Não poluir a água com este produto ou com a sua embalagem.
  • SPe3PT3 – Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 10 metros em relação às águas de superfície, incluindo 10 metros de coberto vegetal.
  • SPoPT2 – Na entrada dos trabalhadores às zonas tratadas para atividades de manutenção da cultura, estes deverão usar camisa de mangas compridas, calças, meias e botas.
  • SPoPT4 – O aplicador deverá usar luvas, vestuário de proteção, proteção ocular e proteção facial durante a preparação da calda e a aplicação do produto.
  • SPoPT5 – Impedir o acesso de trabalhadores e pessoas estranhas ao tratamento às zonas tratadas após a aplicação até à secagem do pulverizado e em qualquer situação não entrar durante 1 dia após a aplicação.
  • SPoPT6 – Após o tratamento lavar bem o material de proteção e os objetos contaminados, tendo o cuidado especial em lavar as luvas por dentro.
  • SPoPT7 – Intervalo de reentrada para atividades de acompanhamento das culturas (até 2 h por dia): 1 dia após a aplicação em cereais.
  • SPoPT8 – Para proteção de pessoas estranhas ao tratamento e residentes, deverá ser estabelecida uma zona de não cultivo de 10 metros entre as culturas e estradas, habitações, edifícios públicos, jardins públicos e espaços públicos (impeditiva de se cruzar, recorrendo a vedações e sinais de perigo). Esta zona de segurança deverá ser mantida durante a aplicação do produto e mantida até ao fim da colheita. A aplicação deverá ser efetuada com bicos anti-deriva que garantam, pelo menos, 50% de redução no arrastamento da calda pulverizada durante a aplicação do produto.

Primeiros socorros

Afaste-se da zona de perigo.

  • Em caso de inalação: no caso de distúrbio respiratório, contacte o INEM através do 112 ou o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) através do 800 250 250.
     
  • Em caso de contacto com a pele: remova todas as roupas contaminadas, lave de imediato a zona exposta com água corrente.
     
  • Em caso de contacto com os olhos: lavar imediatamente durante 15 a 20 minutos sob água corrente, tendo cuidado para ter as pálpebras abertas.
     
  • Em caso de ingestão: lavar a boca imediatamente com água. Não induza o vómito sem orientação médica. Entre em contacto com o INEM ou com o CIAV.

Em todos os casos, se os sintomas persistirem ou se não se sentir bem, consulte de imediato um médico e mostre-lhe o rótulo e/ou a Ficha de Dados de Segurança (que contém informações mais detalhadas). Em caso de intoxicação de animais, entre em contacto com o seu veterinário.

Em caso de intoxicação, contactar o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) pelo telefone 800 250 250.

UFI: D42F-1ET5-7H0R-KN7C 

Entre em contacto

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