Portugal levou 58 empresas à Fruit Attraction

Portugal teve a maior representação de sempre na feira internacional Fruit Attraction, realizada de 23 a 25 de Outubro, em Madrid, comprovando o dinamismo da fileira hortofrutícola nacional, que exportou 1,5 mil milhões de euros, em 2017, e cujos resultados continuam a aumentar.

 

 

 

A 10ª edição da feira Fruit Attraction atingiu números recorde - 1.600 empresas expositoras, 50.000 m2 de área de exposição e cerca de 70.000 visitantes profissionais oriundos de 120 países – e Portugal acompanhou e contribuiu para a dinâmica do certame, com a presença de 58 empresas nacionais do setor hortofrutícola, das quais 42 integradas no espaço conjunto (500 m2) promovido pela Portugal Fresh – Associação para a Promoção das Frutas, Legumes e Flores de Portugal.

 

O objetivo desta associação é contribuir para a maior rentabilidade das empresas do setor através da promoção nos mercados externos, o que feito de forma intensa, com a presença em 17 ações de promoção/prospeção em 12 países, só durante o ano de 2018.

 

A vocação exportadora das empresas portuguesas tem vindo a intensificar-se nos últimos anos, com as exportações da fileira a valerem 1.472 milhões de euros em 2017 (55% da produção nacional), um aumento de 12% face ao ano anterior. O défice da balança comercial de frutas, legumes e flores continuar assim a reduzir-se: em 2017 as exportações perfizeram 91,8% das importações (que atingiram 1.603 milhões de euros), quando em 2010, as exportações só cobriam 64,6% das importações. O objetivo do setor é atingir os 2.000 milhões de euros de vendas no estrangeiro até 2020.

 

Um dos últimos mercados externos que abriu portas à fruta nacional (peras e maças) foi a Índia, facto anunciado pelo Secretário de Estado da Agricultura, Luís Medeiros Vieira, durante a Fruit Attraction.

 

O presidente da Portugal Fresh reconheceu que o Governo «está a fazer um bom trabalho (na abertura dos mercados externos)», mas considerou «curta» a abertura na Índia apenas para os exportadores de peras e maçãs nacionais. «É muito importante que não nos foquemos apenas em um ou dois produtos, mas sim num pacote de produtos que seja relevante para a economia portuguesa», explicou Gonçalo Santos Andrade.

 

Atualmente, Espanha é o primeiro destino das exportações portuguesas de frutas, legumes e flores nacionais, representando 30,5%, seguida de França (12,1%), Reino Unido (9,4%), Holanda (8,2%) e Alemanha (6,3%). Os produtores portugueses estão a tentar aumentar de 450 milhões de euros, em 2017, para 500 milhões as vendas em Espanha, o maior parceiro comercial de Portugal. «Se mantivermos o ritmo de crescimento médio anual das exportações que temos registado desde 2010, na ordem dos 10%, podemos ambicionar, muito em breve, chegar a esse montante», acrescentou o presidente da Portugal Fresh.

 

A excelente influência atlântica de que Portugal beneficia garante a diferenciação das nossas frutas e legumes em cor, sabor e aroma e grande diversidade de produtos. Uma ideia patente na frase promocional adotada pela Portugal Fresh: “Atlantic Breeze Taste”.

 

A Lusosem visitou a feira e os diversos parceiros que estiveram sob a alçada da representação Portuguesa

 

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