A Equipa da Lusosem, s.a. apoiou e marcou presença forte no XVIII Seminário da Agricultura do Baixo Mondego, organizado pela Cooperativa Agrícola do Concelho de Montemor-o-Velho, que reuniu mais de 250 participantes, entre agricultores, técnicos e dirigentes do sector. O encontro afirmou-se como um espaço crucial para o debate sobre a competitividade e resiliência da região, focando-se nos desafios das culturas do milho e do arroz e nas estratégias necessárias para enfrentar a actual campanha agrícola face às exigências climáticas e económicas.

Agricultura no Baixo Mondego
Agricultura no Baixo Mondego
Agricultura no Baixo Mondego
Agricultura no Baixo Mondego
Agricultura no Baixo Mondego
Agricultura no Baixo Mondego

A Lusosem, parceira histórica do evento, sublinhou a importância estratégica da escolha das variedades de Arroz, num mercado global cada vez mais competitivo. A Lusosem, defendeu que a selecção da variedade de arroz pelo produtor deve ir além da produtividade, orientando-se pela diferenciação e pelas necessidades específicas da indústria e do consumidor final, garantindo assim o escoamento e a rentabilidade/valor comercial. Cada variedade deve ser escolhida em função do mercado específico a que se destina, garantindo o alinhamento entre o produtor, a indústria e o consumidor final. É fundamental conciliar o desempenho no campo (adaptação local e estabilidade) com as exigências da transformação industrial. Foram ainda abordados temas centrais para o futuro da actividade agrícola no Baixo Mondego, como a nova medida de "regeneração produtiva dos arrozais", com o contributo da Quinta de Fôja para a integração desta medida nas exploração orizícolas e a temática das novas variedades de arroz, pela CCDR Centro - Cultura.

XVIII Seminário
XVIII Seminário
XVIII Seminário
XVIII Seminário
XVIII Seminário
XVIII Seminário

O encerramento do seminário contou com José Manuel Fernandes, Ministro da Agricultura, que reforçou o compromisso governamental com o sector, a importância da modernização das infraestruturas agrícolas e a relevância de novas medidas como a regeneração produtiva dos arrozais, validando a necessidade de colaboração entre empresas, cooperativas e o Estado para assegurar a sustentabilidade e a valorização do potencial agrícola do Baixo Mondego.

Reportagem: Vozdocampo