Fungicida Sistémico INDAR 5 EW, uma solução à medida para controlo da Moniliose em Amendoeira

O fungicida sistémico INDAR 5 EW é um produto polivalente com ação no controlo de diversas doenças em fruteiras, recentemente autorizado no controlo eficaz da moniliose da amendoeira entre outros.

 

 

 

O INDAR 5 EW, com uma formulação otimizada, possui um novo modo de ação exclusivo em olival e amendoal, que inclui dois efeitos nos órgãos vegetais: sistémico (o produto penetra no interior da planta, deslocando-se para os tecidos adjacentes eliminando o micélio interno) e de forte fixação às ceras da planta (graças às substâncias lipídicas contidas sua formulação, o produto não é arrastado pela chuva, garantindo proteção prologada contra os fungos). É também em condições de baixas temperaturas que esta formulação marca a diferença, assegurando um melhor desempenho da molécula.

Graças a este modo de ação o INDAR 5 EW proporciona um excelente controlo preventivo, com total seletividade para as culturas, pode ser aplicado durante a floração pois é neutro sobre a germinação do polén.

 

 

Controlo da moniliose da amendoeira

 

 

A moniliose afeta de forma grave e frequente a amendoeira, especialmente em condições de humidade. Provoca murchidão das flores e mumificação dos frutos, afetando diretamente a produtividade da cultura.

 

O INDAR 5 EW é muito eficaz no controlo da moniliose e deve ser aplicado de forma preventiva, especialmente durante a floração, que é o momento crítico da doença.

 

A Lusosem recomenda a realização de dois tratamentos preventivos nesta fase do ciclo da amendoeira: a primeira aplicação no início da floração, desde o botão floral até 20% de flores abertas; a segunda aplicação desde 80% de flores abertas até à queda das pétalas, com intervalo mínimo de 7 dias.

 

Os resultados da implementação desta estratégia são evidentes e realçados por quem conseguiu melhorias no resultado final do seu pomar, num ano com condições muito favoráveis ao aparecimento da doença

Os tecidos vegetais aéreos estão cobertos pela cutícula, formada por ceras e outras sustâncias lipídicas. A espessura da cutícula dos frutos é 10 vezes maior que a dos tecidos vegetais jovens

Os tecidos vegetais aéreos estão cobertos pela cutícula, formada por ceras e outras sustâncias lipídicas. A espessura da cutícula dos frutos é 10 vezes maior que a dos tecidos vegetais jovens.

 

José Gomes, produtor de amêndoa à 20 anos em Monfebres, Murça, foi um dos primeiros a utilizar o INDAR 5 EW como pilar da sua estratégia. Com cerca de 17 hectares, maioritariamente intensivo mas ainda com uma parte em tradicional, identifica a moniliose como principal problema na obtenção de boas produções. Após vários anos de perdas substanciais, com a utilização de diferentes estratégias, viu no INDAR 5EW e na estratégia LUSOSEM uma oportunidade de reverter esta tendência. Com um ponto de partida difícil, pela quantidade de inóculo presente nas árvores e pelas condições climatéricas favoráveis ao aparecimento da doença, os resultados foram evidentes e não deixam margem de dúvida sobre a eficácia do INDAR 5EW em moniliose. “Na minha opinião a estratégia de controlo de Monilia com INDAR 5EW é a solução que fazia falta ao sector, porque se obteve bons resultados em proteção de flores, assim como fortes resultados na proteção da planta.”

 

Também Daniel Montes definiu uma estratégia onde o INDAR 5EW foi fundamental nas parcelas de amendoal geridas pela empresa OTREVO. As difíceis condições meteorológicas e a recente homologação foram decisivas para a aplicação nos cerca de 30 hectares em sistema intensivo, às portas de Beja, onde combina duas variedades em compassos diferentes. “Na floração não tivemos problemas de moniliose, graças a esta estratégia. Reflectiu-se na colheita, com uma produção acima do esperado”.

 

O produto também possui ação curativa sobre o micélio interno do fungo e pode ser utilizado noutras fases do ciclo da amendoeira. Activo sobre um grande número de fungos além da monilia : oídio e pedrado, mas também antracnoses, mancha ocre, botritis, septória, etc. O INDAR 5 EW tem uma dose de 150 a 200ml/hl aplicando no máximo 1,5l/há. O intervalo de segurança é de 120 dias.

 

A Dow, empresa responsável pelo desenvolvimento do produto, realizou ensaios em Lérida, em parceria com o IRTA, instituto público de investigação agrária na Catalunha, que demonstraram que a utilização do INDAR 5 EW permite obter mais 35% a 40% de amêndoa por hectare, em comparação com uma modalidade de amendoal não tratado.

 

O INDAR 5 EW é compatível com abelhas e insetos auxiliares e tem um excelente perfil eco-toxicológico.

 

Ensaio realizado em Lérido pela Dow AgroSciences

Ensaio realizado em Lérido pela Dow AgroSciences.

Condições de aplicação: um tratamento com 20% de flores abertas seguido de outro tratamento à queda das pétalas. Realizou-se uma aplicação de Inverno com oxicloreto de cobre em pré-floração. Variedade Terraco

 

 


 

Olho-de-pavão no olival

Nova homologação do INDAR 5 EW

 

O olho-de-pavão é uma das doenças mais importantes do olival, que é favorecida pela presença de humidade, temperaturas moderadas e fraco arejamento do olival. É no Outono, e especialmente no início da Primavera, que ocorrem as condições ideais ao desenvolvimento do fungo responsável pelo olho-de-pavão.

 

A Lusosem recomenda a aplicação do INDAR 5 EW numa estratégia, antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Deste modo o olival fica protegido da penetração dos esporos do fungo.

 

A aplicação pode ser realizada desde a separação das primeiras folhas até antes da floração: mudança de cor da corola verde para branco, antes do aparecimento das primeiras flores.

 

Em caso de ataques graves da doença deve alternar-se a aplicação do INDAR 5 EW com fungicidas com outro modo de ação, para evitar resistências. A dose recomendada é de 0,3 a 0,375 L/hl, com um máximo de 3L/ha, usando um volume de calda entre 800 a 1000 L/ha.

Olho-de-pavão no olival

 


 

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