Lusosem Realiza Ensaios de Tremoço dos Andes em Portugal

 

A Lusosem participa no consórcio europeu de investigação LIBBIO nas componentes de melhoramento genético, multiplicação de linhas promissoras, avaliação do potencial agronómico e adaptação do tremoço dos Andes (Lupinus mutabilis) ao Sul da Europa.

 

 

A Lusosem, fruto do seu trabalho de campo, tem acumulado conhecimentos há vários anos na área das leguminosas, em particular nos tremoços.

 

Esta experiência tornou a empresa num parceiro de referência para desenvolver trabalhos nesta área, posição que foi consolidada com a participação no projecto LIBBIO

 

Nas palavras da responsável de Marketing e Desenvolvimento, a Eng.ª Filipa Setas: 

«Há muitos anos que trabalhamos com tremoço e acreditamos no potencial desta cultura. O LIBBIO vem reforçar cientificamente a nossa convicção de dar projecção, à escala europeia, dos Lupinus».


Ensaio de variedades de tremoço realizado pela Lusosem com rega gota-a-gota e telas anti-tripes

 

Desde Outubro de 2017, altura que o projecto LIBBIO se iniciou, que a Lusosem tem vindo a realizar, em parceria com o Instituto Superior de Agronomia (ISA), a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro (DRAPC), a Escola Superior Agrária de Santarém (ESAS) e a Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC), tarefas com vista a:
 

  1. Caracterizar e avaliar as diferentes populações e linhas promissoras de tremoço dos Andes com origem respectivamente nas colecções do ISA/Professor João N. Martins e do Instituto Julius Kühn, sediado na Alemanha. Estes trabalhos têm sido realizados no ISA e na Quinta do Loreto (DRAPC);
     
  2. Multiplicar as sementes destas linhas em regime de isolamento, garantindo assim a pureza das mesmas, para que todos os parceiros do projecto possam ter material para, também eles, desenvolverem as suas pesquisas no ISA e DRAPC;
     
  3. Testar diferentes soluções agronómicas para a cultura, com vista a definir o seu itinerário técnico. Realizaram-se já ensaios em diferentes condicionalismos edafoclimáticos, bem como ensaios de densidades de sementeira e de soluções herbicidas de pré-emergência (ESAS, ESAC, DRAPC);
     
  4. Avaliar a competitividade económica da cultura face às culturas do trigo e da fava (DRAPC);
     
  5. Divulgar o projecto e os resultados obtidos entre os parceiros do LIBBIO, técnicos, agricultores e agro-indústrias.

 

 

Como resultado, já é possível indicar quais as linhas promissoras mais interessantes para as condições nacionais, bem como definir as melhores práticas para o sucesso da cultura. A entrar no último ano do projecto, com os trabalhos de avaliação agronómica e multiplicação de sementes a decorrer, será possível reforçar os resultados do projecto LIBBIO que terminará no final de Setembro de 2020.

 

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